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Quaisquer necessidades de soluções e/ou desenvolvimento de aplicações pessoais/profissionais, que não constem neste Blog podem ser tratados como consultoria freelance à parte.

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21 de julho de 2013

Arquitetura da Informação - Information Architecture







A Arquitetura da informação (AI) é a arte de expressar um modelo ou conceito de informação utilizados em atividades que exigem detalhes explícitos de sistemas complexos. Entre essas atividades estão sistemas de biblioteca, sistemas de gerenciamento de conteúdo. desenvolvimento web, interações de usuários, desenvolvimento de banco de dados, programação, artigos técnicos, arquitetura corporativa e de design de software de sistema crítico. 

Arquitetura da informação tem um significado um pouco diferente nestas diferentes ramificações de arquitetura de SI ou TI. 

A maioria das definições possuem qualidades comuns: 

Um design estrutural de ambientes compartilhados,

Métodos de organização e etiquetagem de sites web, 

Intranets e comunidades online, e meios de trazer os princípios de design e arquitetura para a paisagem digital



Qual a função do arquiteto de informação?
Seu trabalho consiste em criar uma organização própria pautado em sua vivencia pessoal e profissional para um conjunto de informações de um determinado site. Também é função deste profissional planejar as distribuições das informações dentro do site e determinar a forma e conteúdo destas informações.

Como é a arquitetura de informação no Brasil?
Esta é uma área ainda muito nova e por isso falta consenso sobre o exercicio profissional e sua realocação na equipe. Tornando a prática da arquitetura da informação algo muitas vezes desgastante para o profissional. Para aqueles que gostam de desafios a profissão tem muito a oferecer.

Qual a principal dificuldade da Arquitetura de Informação?
É consenso que a principal dificuldade está na pouca orientação sobre práticas de arquitetura de informação bem como a ausência de métodos para prática da profissão de forma consensual. Isso significa afirmar que cada arquiteto deve encontrar e criar sua própria metodologia com base na própria vivencia e através de estudos autodidatas.

Existe um esforço no sentido de criar consenso sobre quais metodologias produzem melhor resultado,gerando certo padrão de métodos na Arquitetura de informação. No entanto, a natureza da atividade é essencialmente autodidata.

Qual a formação é necessária para um Arquiteto de informação?
Em geral este profissional precisa de múltiplos conhecimentos que incluem a noção de neurociência,comportamento social, psicologia de consumo, entre outros. Embora o conhecimento seja muito importante,arquitetura de informação é também uma forma de raciocínio e postura profissional. Neste caso o conteúdo é apenas uma parte das exigências profissionais. Possuir uma postura mediadora, criativa, comunicativa e colaborativa é fundamental no exercício profissional.

Qual a capacitação ou perfil esperado na profissão de arquiteto de informação?
O profissional em Arquitetura de Informação devido a natureza das atividades profissionais precisa ser uma pessoa capaz de enfrentar e assumir riscos, ter um comportamento autodidata, ser criativo e comunicativo,possuir uma postura mediadora e científica no sentido de fundamentar e organizar argumentos e ações de formalógica / racional.

Existe diferença entre formação e capacitação?
Sim existe. Geralmente a formação diz respeito ao conteúdo que o profissional possui. Saber o que significa cada conceito e dominar o conteúdo da arquitetura de informação é uma formação. Já a capacitação se refere a capacidade que um profissional possui para executar uma data tarefa. A capacidade está intimamente associada aos processos psicológicos do indivíduo, em outras palavras, ao comportamento que uma pessoaapresenta frente algum desafio ou problema. Existem aqueles que ao enfrentar obstáculos desanimam edesistem de atingir certos resultados, outros percebem tais dificuldades como motivações para insistir e concluira atividade desejada. Neste sentido a capacidade está na maneira como cada indivíduo lida com seus sentimentos, frustrações e realizações. Ter formação não é a mesma coisa que ser capaz. As vezes algumas pessoas se concentram na formação e esquecem de trabalhar sua capacitação. Em outros casos ocorre o contrario, pessoas capazes ignoram a formação e carecem de conteúdo para a realização de uma determinada tarefa. Formação e capacitação são dois aspectos profissionais que devem caminha juntos, em equilíbrio.

O que é necessário para equilibrar formação e capacitação?
É importante conseguir além do conteúdo formal, desenvolver o hábito de observar seu sentimento/comportamento para identificar no momento que ele ocorre o quanto tal sentimento é prejudicial ou favorável na execução de uma tarefa ou no exercício de uma dada profissão. Este é o caminho inicial na buscada promoção de sentimentos que permitam o exercício consciente e equilibrado de uma profissão. É importante não esquecer que o conhecimento formal orienta como fazer, mas o sentimento é que permite ou não a realização de uma tarefa.

Quais os principais passos que um Arquiteto de Informação deve seguir?
O primeiro passo é definir o projeto do site reunindo toda informação possível através de uma análise do mercado e dos sites concorrentes, aprofundar o conhecimento sobre os usuários e sobre a própria empresa para o qual trabalha entendendo profundamente o produto que irá desenvolver e o comportamento do publico alvo,suas necessidades e temperamentos. Após o levantamento de todas as informações é necessário fixar o custodo projeto, definir os horários de trabalho e quem participará da equipe, organizar as áreas de atuação de cada membro. Ao final do primeiro passo será preciso planejar quais os testes serão aplicados aos usuários no intuito de compreender melhor o publico alvo do site.

No segundo momento cabe ao Arquiteto de Informações desenvolver a estrutura do site, direcionar o conteúdo, mapear o site, determinar sobre a navegação e etiquetas, desenvolver o protótipo e criar os cenários de usuários.
No terceiro passo ocorre o projeto visual do site com a criação dos templates e estilo de designer, teste de fluxo e funcionalidades e obtenção do feedback dos usuários.
Por último o lançamento do site na web.

O que é abordagem centrada no usuário?
Na Arquitetura da Informação o principal objetivo do arquiteto é organizar as informações para que o usuário possa tirar o máximo beneficio de um site. Neste sentido o usuário é a figura central de qualquer projeto de Arquitetura de Informação e o foco é sempre o da usabilidade.

O que significa o termo usabilidade?
Usabilidade é um termo inicialmente usado na psicologia cognitiva com um substituto da expressão Userfriendly e passou a ser usado na Arquitetura de Informação sinalizando que um produto deve ser capaz de promover a facilidade de aprendizagem, rapidez no desempenho da tarefa, baixa taxa de erro, interface adequada e satisfação subjetiva do usuário.

Quais são as metas da usabilidade?
Basicamente a usabilidade busca atingir seis metas distintas, isso significa promover a eficácia,eficiência, segurança, utilidade, memorização e aprendizagem através do uso de um determinado produto,aplicativo ou site.

Historicamente o termo "arquitetura da informação" é atribuído a Richard Saul Wurman. Wurman enxerga a arquitetura assim como ela é "usada por arquitetos de palavras de política externa".
A arquitetura tradicional (voltada para a construção civil) é conceituada como a arte ou técnica de projetar e edificar ambientes habitados. Como atividade humana, ela existe desde que o homem passou a se abrigar das intempéries, e tem evoluído à medida que ganhou importância o design do ambiente construído, buscando-se a organização de espaços físicos.
Nos tempos atuais, um novo tipo de arquitetura tem sido necessário, sobretudo em grandes organizações. Lidando com estruturas digitais de informação e software, ao invés de estruturas físicas de alvenaria, a Arquitetura de Informação consiste no design de ambientes informacionais compartilhados e resistentes à entropia, que vem a ser o estado de desordem natural de qualquer sistema, na ausência de uma força organizadora.

Muitos dos artigos publicados sobre esse tema apontam o design de interfaces ou a estruturação de sítios na Web, como o seu principal foco. Entretanto a interface é uma janela para a informação. Até mesmo a melhor interface só é tão boa quanto a informação por trás dela. O oposto também é valido: até a informação mais compreensivelmente formatada só será tão útil quanto a sua interface. Assim, embora mutuamente dependentes, essas disciplinas não são a mesma coisa, nem tampouco estão contidas integralmente uma na outra.

Não por acaso, a Arquitetura de Informações guarda muitas semelhanças com aquela sua ancestral. A principal delas é a característica de ser centrada no ser humano: como a informação só pode existir em "comunidades de sentido", a Arquitetura de Informações trata primeiramente de pessoas, buscando assegurar-lhes conforto e, somente depois, de tecnologia.

Com esse objetivo, faz-se necessário, por exemplo, o estabelecimento de padrões capazes de homogeneizar o significado de palavras, expressões e símbolos utilizados em todo o ciclo de produção das soluções de tecnologia da informação. Um vocabulário controlado contribui muito para minimizar as barreiras de entendimento, proporcionando um meio eficiente e confiável para a troca de informações.
Nas organizações situa-se no domínio dessa disciplina a responsabilidade por manter a "visão do todo", assim materializada no modelo arquitetural das informações corporativas voltadas ao atendimento das necessidades dos clientes, acionistas e sociedade, considerando o movimento do mercado e em conformidade com órgãos reguladores.

Com encontrar a melhor usabilidade?
É aconselhável identificar o contexto do usuário e depois aplicar questionários, registrar logs de atividades criando um diário de uso e monitorando o desempenho do site para cada usuário. 

Questionário de avaliação da satisfação do usuário e das dificuldades com o site pode ser um bom início no intuito de melhorar a usabilidade.

Análise Heurística, card sorting e protótipos em papel são exemplos de testes de usabilidade.

O que é uma análise Heurística?
Heurística é um método de avaliação de usabilidade que conta com uma lista de critérios que constituem os princípios gerais da usabilidade. Basicamente uma análise heurística avalia se o site possui boa usabilidade e designer.

O que é o card sorting?
O card sorting é um método de teste que consiste em entregar para o usuário uma pilha de cartões que representam o conteúdo do site e o usuário vai organizar conforme entende ser adequado.

Como se faz os protótipos em papel?
Basicamente se faz desenhos a mão ou ainda, recorta-se o papel e se cria uma organização dos dados de forma criativa como a elaboração de um fichário com papel recortado, etc.

Quais são os principais componentes da Arquitetura de Informação?
Basicamente quatro componentes que possuem regras próprias podem ser entendidos como os principais meios de pensar um site.

1 – Organização: Determina como é apresentada a organização e categorização do conteúdo de um site.

2 – Rotulação: Define os menus e ícones que cada elemento informativo dentro do site deve possuir.

3 – Navegação: Especifica formas de se mover dentro do site.

4 – Busca: Determina a relação entre as perguntas do usuário e as respostas do banco de dados dosite.

Existem categorias de organização para navegação de um site?
Na navegação é consenso dividir esta em global, local, contextual e suplementar.

Global é a navegação que apresenta de forma ampla e geral o site como os links sobre a instituição,contato, setores do site ou categorias, etc. Geralmente fica no rodapé ou cabeçalho de um site.

Local é a navegação que leva para as subseções do site e a navegação contextual permite o acesso em áreas que se entrelaçam no site, temas relacionados entre si. Já a navegação suplementar é o conteúdo de apoio como a busca, índice, mapa do site, etc.

Quais procedimentos podem melhorar a relação entre usuário e computador ou site?
Pode ser interessante observar nove regras universais para sites de sucesso.

1 - Manter consistência de layout é altamente favorável para melhorar a experiência do usuário. Neste sentido as cores, tipologia, menus e diagramação básica devem ser as mesmas em todas as páginas do site.

2 - Manter um conjunto de atalhos no site para os usuários experientes garante maior velocidade de uso e melhora com isso o tempo de resposta do site.

3 – Diálogos e textos com inicio, meio e fim garante a qualidade da interatividade do site. Toda atividade deve conter mensagens sinalizadoras sobre o sucesso do comando ou click efetuado pelo usuário.

4 – Retroalimentação é importante para manter um feedback sobre as ações do usuário. Em eventos mais demorados criar um sinalizador que indique que o computador está processando a informação ou ainda uma barra de evolução quando um arquivo em flash está sendo carregado e assim por diante. Estes são mecanismos de retroalimentação.

5 – Prevenir possíveis erros do usuário também precisa ser contemplado em qualquer software ou site.Nestes casos quando o usuário efetuar algo que não corresponde ao funcionamento do site ou aplicativo é necessário emitir um alerta para indicar o erro.

6 – Manter sempre um botão ou menu de retorno para o acesso anterior. Como o botão/seta voltar nos navegadores. O usuário poderá reverter uma ação anterior.

7 – Sempre manter o usuário no controle do aplicativo ou site. Coisas que disparam sem umaautorização do usuário são geralmente consideradas como irritante justamente por tirar o controle de quem navega no site e empurrar uma ação indesejada.

8 – Considerar o limite de memória das pessoas é importante para manter o usuário no controle.Normalmente uma pessoa consegue guardar na memória os últimos dois ou três passos depois disso não é possível recordar quais os procedimentos foram efetuados. Mantenha sempre uma lista de links que identifique os passos do usuário no site.

9 – Para qualquer site focado em um público-alvo é necessário conhecer profundamente asnecessidades dos usuários de um determinado site. Atender estas necessidades é o principal objetivo de um projeto centrado no usuário.


Quais são as principais áreas e teorias que contribuem para a Arquitetura de Informação?
São muitas as áreas e teorias que alimentam o conhecimento e fundamentações do arquiteto de informação. Com o foco no comportamento do usuário o arquiteto de informação busca os conhecimentos da neurociência, psicologia, neuropsicologia, educação, filosofia, sociologia, antropologia e muitas outras áreas do saber.

O sociólogo Zygmunt Bauman defende que a evolução social ocorre em um processo de superficialidade onde a ansiedade produz um comportamento nas pessoas que interagem superficialmente com outras pessoas e objetos. Neste sentido o usuário é entendido com alguém que presta pouco atenção e age de forma ansiosa frente a máquina, sites e aplicativos. É aconselhável ao arquiteto iniciante ler o livro Modernidade Liquida de Zygmunt Bauman. Outro livro que trata diretamente sobre a ansiedade é o trabalho de Richard Saul Wurman Sobo título Ansiedade de Informação. Wurman fala diretamente aos arquitetos de informação e busca esclarecer como transformar informação em compreensão.

No caso da neuropsicologia e neurociência um autor interessante que adota linguagem de fácil compreensão e busca esclarecer algumas questões do comportamento neurológico é o autor Steven Pinker. Entre os seus trabalhos se destaca o livro Do que é feito o pensamento. Neste livro Pinker sinaliza que o pensamento ocorre em eventos cognitivos que influenciam em larga escala o comportamento humano e amaneira como nos comunicamos. Outro autor que pode ser interessante para o arquiteto iniciante é o neuropsicólogo Bruce M. Hood e seu livro Supersentido. Neste livro Hood tenta esclarecer o motivo pelo qual acreditamos no inacreditável. O autor apresenta um panorama sobre o comportamento humano baseado em crenças nem sempre racionais.

Ao conversar com a educação o arquiteto poderá encontrar relevante contribuição na obra de Edgar Morin conhecida como a teoria da complexidade ou pensamento complexo. Nesta teoria Morin defende que a incerteza faz parte do paradigma da complexidade como uma abertura de horizontes, e não como um princípio que imobiliza o pensamento. Pensar de forma aberta, incerta, criativa, prudente e responsável é um desafio à própria democracia. Daí a noção de democracia cognitiva, que visa estabelecer o diálogo entre as diversas formas de conhecimento. Este é o caminho do pensamento complexo, um caminho que, embora tenha diversos princípios, oriundos da antiguidade, da modernidade e da pós-modernidade, é um caminho que se faz no seu próprio transcurso, no seu próprio fazer e repensar-se continuamente. Neste sentido o estudo da complexidade proposta por Morin é interessante ao arquiteto uma vez que pensar de forma aberta, incerta, criativa, prudente e responsável é um desafio da própria arquitetura de informação.

Numa vertente Darwinista Neural o filósofo Daniel Dennett contribui para a arquitetura de informação ao esclarecer o conceito de sistema intensional proposto no livro Brainstorms. O autor argumenta que é possível pensar qualquer evento de diversas maneiras possíveis, entre elas, através da observação pautada pela pergunta sobre o funcionamento, pela utilidade ou ainda pela intencionalidade de um sistema ou ocorrência. Ao colocar no centro da questão diversas formas de observar um objeto Dennett esclarece como ocorrem as variadas interpretações e comportamentos humanos.

Entre os argumentos de Dennett está o fato de cada interpretação humana não corresponder necessariamente com a realidade e sim com a necessidade do indivíduo. Em outras palavras, a interpretação de uma pessoa sobre um dado evento é geralmente pautada em uma necessidade psicológica.

Outra possível contribuição para a arquitetura de informação esta Ludwig Wittgenstein e sua noção de linguagem social. Para WIttgenstein todo indivíduo pensa e age sob influência de sua própria linguagem.Observar como as pessoas usam e aplicam o significado das palavras em seus diálogos permite compreenderas diversas formas de estruturar o pensamento. Embora Wittgenstein não trate diretamente sobre questões da arquitetura de informação, é possível abstrair que, compreender o usuário através da observação do uso que este faz dos sites, tecnologias e aplicativos é a melhor maneira de entender como projetar uma melhor usabilidade.

As teorias acima e seus autores são apenas uma pequena parcela do universo de conhecimentos disponíveis em outras áreas para o livre acesso dos arquitetos de informação.

Ao projetar um site o que deve o arquiteto ter em mente?
Na fase de planejamento e projeto é muito importante manter o foco no contexto, conteúdo e comportamento do usuário. Entende-se como contexto o objetivo do site, as estratégias pretendidas, as técnicas que serão aplicadas e a cultura organizacional proposta. Já no caso do conteúdo é importante levantar os tipos de conteúdos que serão usados e as tecnologias necessárias para manter a qualidade do site ao facilitar o acesso aos tipos de conteúdos. Quanto ao comportamento do usuário, praticar testes de usabilidade e prevenção de erros, fundamentar e dialogar com outras áreas do saber são ações fundamentais para um bom projeto arquitetônico.

Qual literatura ou site pode ser interessante para o iniciante em Arquitetura de Informação?
Quem deseja iniciar na área poderá encontrar uma boa introdução sobre o tema no livro Ergodesign e arquitetura de informação, autoria do Luiz Agner. Na confecção de projetos e na aplicação de metodologia e técnica focada na arquitetura de informação é aconselhável a leitura do livro de titulo Arquitetura da informação,escrito pelas autoras Silvana A. B. G. Vidotti e Liriane S. A. de camargo. Neste livro as autoras abordam deforma simples e completa, como organizar e produzir arquitetura de sites web.
Um site interessante que é referência quando o assunto é a Arquitetura da Informação está no endereçohttp://iainstitute.org/pt/ onde é possível encontrar artigos e vasto conteúdo sobre o tema.

Um arquivo em pdf esclarecedor pode ser baixado em http://www.stf.jus.br/arquivo/sijed/07.pdf e para buscar os debates atuais pode ser interessante acessar o site do encontro brasileiro de arquitetura da informação em http://www.congressoebai.org/

Quais são os passos na arquitetura de um site?
Os passos na arquitetura de um site seguem as etapas de Levantamento de Requisitos, organização das funcionalidades, da estrutura, do conteúdo, da navegação e do visual.

Qual a importância do levantamento de requisitos e seus principais itens?
O levantamento de requisitos é o momento de organizar todas as necessidades que envolvem a construção do site e seu significado. 


Fontes: BlogdoJSilva, Wikipedia, 

Tags: Arquitetura da Informação, arquitetura, informação, Jeferson Luís da Silva, Zygmunt Bauman, Wurman, Pinker, Edgar Morin, Dennett, Wittgenstein, 



17 de julho de 2013

VBA Excel - Gravando a Planilha somente como Leitura - How to Make a File ReadOnly


Podemos gravar uma planilha no MS Excel apenas como leitura, se desejarmos.

O código abaixo faz referência ao FileSystemObject, e através dele podemos com a técnica late binding deixar até mesmo um conjunto de planilhas somente como leitura. É um bom código e podemos ampliá-lo por estendermos a sua aplicabilidade. Caso o faça, deixe mais abaixo a sua contribuição.


Function MakeReadOnly (ByVal sFile As String) 
Dim strSaveFilename As String 
Dim oFSO As Object

'Scripting.FileSystemObject 
Dim oFile As Object

'Scripting.File

' Create Objects

' Uses Late Binding
Set oFSO = CreateObject("Scripting.FileSystemObject") 

Set oFile = oFSO.GetFile(FilePath:=sFile) 

' Set file to be read-only 
Let oFile.Attributes = 1 

' Releasing Objects 
If Not oFSO Is Nothing Then Set oFSO = Nothing 
If Not oFile Is Nothing Then Set oFile = Nothing End Function

É importante salientar que este código pode ser usado em outros Produtos da suíte MS Office.

Tags: Office, Exce, VBA, read only, file, 

VBA Excel - Desinstalando AddIns - Programmatically uninstall Excel Addins using VBA


Com o passar do tempo diversos AddIns instalados no nosso MS Excel podem deixá-lo mais lento ou mesmo causar algum transtorno na sua utilização. O melhor é poder retirá-los programaticamente.

Uso a versão do MS Office 2013 neste momento, em Jul|2013. Tenho diversos AddIns instalados. Alguns úteis, outros nem tanto e continuo instalado mais alguns para ver como funcionam. Esta liberalidade toda tem um preço, e ele envolve eventuais problemas com a performance ou com erros inexplicáveis. Nada melhor do que poder desinstalar parte dos AddIns assim que eu desejar.

Sub UnInstallAddins()
Dim oXLAddin As AddIn

For Each oXLAddin In Application.AddIns
Debug.Print oXLAddin.FullName

If oXLAddin.Installed = True Then
Let oXLAddin.Installed = False
End If
Next oXLAddin

End Sub


Tags: Excel, VBA, addins, uninstall, desinstalar, 

VBA PowerPoint - Salvando a Apresentação como PDF - How to Save PowerPoint Presentation as PDF using VBA


Relatórios e Apresentações criadas no MS Powerpoint que não podem ser alteradas, mas precisam ser divulgadas podem facilmente ser gravados como arquivos PDF.

Ultimamente tenho entregue alguns Dashboards e apresentações diretamente no Powerpoint a partir de Drafts criados no MS Excel. Após a utilização deste em reuniões, ou mesmo durante as reuniões, cópias são distribuídas entre aqueles que estão acompanhando a apresentação. Como tais cópias são eletrônicas e os conteúdos não podem/devem ser alterados, estes são exportados no formato PDF. Como?

ActivePresentation.ExportAsFixedFormat ActivePresentation.Path & "\" & ActivePresentation.Name & ".PDF", ppFixedFormatTypePDF, ppFixedFormatIntentPrint



Tags: Powerpoint, VBA, Save, salvar, prdf, 

VBA Excel - Ajuste o layout de diversas planilhas - Loop through all worksheets in all Excel workbooks in a folder to change the font, font size, and alignment of text in all cells


Gosto muito de automatizar os processos que envolvem a repetição e o retrabalho humano. Isso poupa muito tempo e dinheiro. Gastar tempo automatizando um processo é algo realmente recompensador.

Ao gerarmos diversos relatórios em planilhas diferentes (workbook) do MS Excel, não queremos perder tempo formatando-as durante a geração e processamento de tais dados. Mas podemos programar para que sejam minimamente formatadas depois que tudo terminar e todos os arquivos estiverem gravados em uma pasta do nosso servidor ou estação de trabalho. Como?

Sub FormatLayoutFiles()
    Const fPath As String = "D:\Bernardes\Docs\"

    Dim sh As Worksheet
    Dim sName As String

    With Application
        Let .Calculation = xlCalculationManual
        Let .EnableEvents = False
        Let .ScreenUpdating = False
    End With

    Let sName = Dir(fPath & "*.xls*")

    Do Until sName = ""
        With GetObject(fPath & sName)
            For Each sh In .Worksheets
                With sh
                    Let .Cells.HorizontalAlignment = xlLeft
                    Let .Cells.Font.Name = "Arial"
                    Let .Cells.Font.Size = 10
                End With
            Next sh
            .Close True
        End With

        Let sName = Dir
    Loop

    With Application
        Let .Calculation = xlAutomatic
        Let .EnableEvents = True
        Let .ScreenUpdating = True
    End With
End Sub


Tags: Excel, VBA, format, layout, fomatação, Loop, worksheets, workbooks, folder,change, font, font size, alignment, text, cells


16 de julho de 2013

Data Analytics - Compliance - Erros e Riscos



O compliance (cumprimento de normas legais, regras estabelecidas em cada segmento de mercado) tem servido como mola propulsora para se elevar em deamsia diversos orçamentos de segurança em várias empresas. Mas, sob certa ótica, tais normas representam a repreensão de muitos riscos aos quais as companhias estão expostas.

Sem um Sistema de Inteligência é impossível alcançar o cumprimento de regras, de nada adianta capturar todos os e-mails e dados transacionados pelos funcionários para descobrir onde podem estar os riscos.

Não é difícil que decisões equivocadas sejam tomadas, em meio a prazos estreitos, onde precipitações podem comprometer seriamente as políticas corporativas de proteção dos dados.  Certamente, é aconselhável que os CIOs fiquem atentos aos erros mais comuns na hora de investir em compliance e criem mecanismos para evitá-los.

Com o intuito de manter-se de acordo com as normas praticadas no segmento no qual atuam, a maioria das empresas trocam as suas políticas de acesso e gerenciamento de identidade do modelo senha e login para um padrão de múltiplos dispositivos.

Não vamos, porque isso é muito cansativo, nos esquecer que tais iniciativas têm muito sucesso quando são implementadas de forma segmentada, com prazos para testes. Mas, por outro lado, a incoerente corrida para alcançar certas datas determinadas, para manter-se dentro dos parâmetros de conformidade que não se ajustam a nenhuma companhia no mundo, muitos, se não todos, os gestores pulam etapas de desenvolvimento e, em vez de corrigir falhas, acabam abrindo exceções para colaboradores que esquecem as suas senhas, por exemplo.

O problema é que quando existe uma exceção e a regra não é mais respeitada, nesse caso, deixa-se de levar a regra a sério e passam a acessar o sistema através da exceção. Mesmo depois de se investir milhões num projeto, a organização passa a desrespeitar as regras após a avaliação do órgão regulador.

A busca ávida pelo cumprimento de requisitos leva as empresas a buscarem fornecedores de tecnologia sem entender realmente quais são suas necessidades. Sim as organizações sentem-se pressionadas pelos prazos de compliance.

Não devemos permitir que as nossas companhias deleguem aos fornecedores a responsabilidade de adequar as regras. Essa é uma tarefa do gestor interno de tecnologia e segurança, os quais têm a missão, e não devem delegá-la a ninguém, de chegar ao parceiro já sabendo do que precisam.

Quais gestores de tecnologia e segurança nunca devemos ignorar o impacto das nossas ações nos usuários, em detrimento das nossas iniciativas. Não podemos ficar congelados pela apreensão de não atingir o nível de segurança exigido para nos manter em conformidade com os regimentos e leis do setor no qual atuamos.

Um bom exemplo é quando, na tentativa de evitar desvios de dados por meio de dispositivos USB, as companhias bloqueiam todas as portas do padrão nas máquinas dos funcionários. Isso não funciona, porque o colaborador de má intenção pode simplesmente imprimir os dados que quiser roubar, essas práticas atrapalham a rotina de pessoas que realmente precisam dessa tecnologia para alcançar alta performance.

Sim, criem políticas corporativas de proteção dos dados equilibradas. Assim que chegar o momento de se pensar em compliance, o único desafio será o de reforçar as políticas de segurança, de acordo com os requisitos legais e regulatórios.

Tags: Analytics, Data, compliance, segurança,



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